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Professora é assassinada a tiros por ex-companheiro em creche de SC

Caso aconteceu na manhã desta quinta-feira (24), próximo à creche municipal onde trabalha, no bairro Tapera da Base, no Sul da Ilha; professora já havia realizado B.O conta o ex-companheiro.

24 de Novembro de 2022 16:00

A professora auxiliar, Alessandra Abdalla, de 45 anos, foi assassinada a tiros pelo ex-companheiro, quando estava próxima da creche onde lecionava, localizada no bairro Tapera, em Florianópolis. A servidora pública deixa uma filha de 20 anos.

Segundo informações apuradas pelo repórter da NDTV Osvaldo Sagaz, o fato aconteceu por volta das 7h30 desta quinta-feira (24). O assassino e ex-companheiro da vítima era um policial militar e fugiu logo após o crime.

A professora havia recém descido do ônibus quando foi abordada pelo criminoso com seis tiros de arma de fogo, que fugiu em seguida. Ela estava a poucos metros do local de trabalho, no Núcleo de Educação Infantil Tapera.

De acordo com o Sintrasem (Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Florianópolis), o policial não aceitava o término do relacionamento e já havia ameaçado atirar nela anteriormente.

A servidora já possuía um Boletim de Ocorrência e tinha medida protetiva contra o ex-companheiro, como informa a Polícia Civil.

“A luta pela igualdade de gênero não pode descansar. Não é aceitável ser assassinada em seu local de trabalho. Não é aceitável morrer por conta de seu gênero. Isso não pode ser normalizado. O Sintrasem deixa os seus mais sinceros pêsames à família e aos amigos da professora neste momento difícil”, lamenta o Sindicato.

Alessandra morava na Palhoça e era servidora pública desde 2014. Para atender a ocorrência, estavam presentes a Polícia Militar e Civil e a GMF (Guarda Municipal de Florianópolis).

A prefeitura emitiu uma nota de pesar pelo feminicídio, repudiando o ato. O secretário de Educação, Maurício Fernandes Pereira, enfatiza que o feminicídio é um tipo de homicídio qualificado, “um crime hediondo”.

“Estamos abalados com um ato monstruoso como esse”, diz o secretário. “Chega de misoginia, de repulsa e de ódio às mulheres. Os homens não são donos do corpo e da vida das mulheres”, complementa.

Fonte: WH3

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