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Justiça requer medida cautelar em caso de golpe em São Lourenço do Oeste

11 de Setembro de 2019 17:15

O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), por meio da comarca de São Lourenço do Oeste (SC), formulou um requerimento a fim de determinar a cessação de novos protestos e títulos bancários de devedores das sociedades empresárias Rissi Agrorepresentações Eireli (matriz e filial), Otavio Gorlin Rissi & Cia Ltda. e Agropecuária Rissi Ltda. A medida cautelar é assinada pela juíza Catherine Recrouveux no dia 9 de setembro e repassada nesta quarta-feira (11).

A Operação Iceberg, realizada pela Divisão de Investigação Criminal de Fronteira (DIC/Fron) de São Lourenço do Oeste em julho deste ano, resultou na prisão temporária de V.R., O.R., R.M.G.R. e J.L.R.

De acordo com a decisão judicial, como todas as contas das empresas envolvidas foram bloqueadas, as vítimas dos golpes devem procurar o Fórum da comarca de São Lourenço do Oeste que, através do cartório da cidade, emitirá um novo boleto bancário. Segundo informações da assessoria jurídica do Fórum, desta forma as pessoas não evitam juros e outros problemas futuros. Através da medida, o cartório da cidade fica impedido também de protestar os boletos.

Com a medida cautelar, explica a juíza, as vítimas ganham o direito de um futuro ressarcimento. Porém, vale lembrar que todos os casos serão analisados individualmente.

Segundo informações do Poder Judiciário, mais de 60 novos Boletins de Ocorrência (BO) foram registrados após a prisão dos envolvidos. Entretanto, informa a assessoria jurídica, não foi possível contabilizar todos os casos ainda.

Sobre a operação

As investigações tiveram início no dia 13 de junho deste ano, data em que foi protocolado o primeiro Boletim de Ocorrência (BO) na delegacia de São Lourenço do Oeste.

Na data da operação policial, norteados pelos boletins de ocorrência que já haviam sido registrados, as autoridades policiais determinaram a apreensão de grande quantidade de objetos/mercadorias (supostos produtos dos crimes anteriormente noticiados), sendo necessários quatro dias para que os objetos fossem devidamente inventariados – motivo pelo qual não foi possível informar, de modo imediato, a respectiva apreensão a todas as vítimas até então identificadas.

A polícia esclarece que os cidadãos que sofreram algum tipo de perda e ainda não procuraram a polícia, que faça isso diretamente em qualquer unidade da Polícia Civil (ou outro meio oficial), de forma gratuita, não havendo necessidade da intermediação de terceiros para que o fato chegue ao conhecimento dos delegados.

 

Fonte: Minutta

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